Vice da Federação das Indústria de SC defende política perene contra a seca

Ele concorda com as intervenções do governo catarinense e do Ministério da Agricultura

17/01/2022

Vice da Federação das Indústria de SC defende política perene contra a seca Vice presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina defende política permanente contra a estiagem (Foto: Agência Brasil)

O vice-presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e presidente da Cooperativa Central Alimentos Aurora (Aurora Coop), Neivor Canton, disse ao site CarneTec, especializado em proteína animal, que é necessária uma política permanente de combate à estiagem, para mitigar os problemas que ela causa na produção agrícola e agropecuária.

Ele disse que as políticas para minimizar os prejuízos dos produtores como da agroindústria, ao mencionar as providências tomadas pelo governo de Santa Catarina como pelo Ministério da Agricultura.

Para ele, o governo catarinense, ditou um conjunto de ações integradas, voltadas à agricultura do estado. Como exemplo, cita o programa de reservação de água. Ele tem o objetivo de estimular a captação, armazenamento e distribuição de águas na zona rural. É uma solução mais adequada.

Ele acredita que a posição do governo estadual, ao destinar R$ 150 milhões, com juros abaixo do mercado, é “sensata e oportuna”. O programa chama-se + Água e Solo. Ao CarneTec ele disse que “o governador Carlos Moises e o secretário Altair Silva estão demonstrando sensibilidade e sintonia com as dores e as perdas do universo rural barriga-verde”.

Segundo disse, o papel do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da ministra Tereza Cristina é fundamental para enfrentar o que está acontecendo na região Sul do país. A ministra esteve na região, ao lado do presidente da Empresa Brasileira de Agricultura (Embrapa) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para constatar o tamanho do problema e definir as ações para devem ser colocadas em prática. “Esse gesto mostra o efetivo comprometimento do governo central com as pautas da agricultura brasileira”, pontua.

Neivor adianta que espera produtores rurais esperam medidas, entre elas, ajuda material e financeira, renegociação de dívidas e financiamentos do setor e a garantia de recursos para o seguro rural. “Essa cooperação será essencial para que o agronegócio continue atuando como a locomotiva da economia brasileira”, avalia.

Da Redação.

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