OAB-SP diz que Polícia Federal não investiga atuais conselheiros da entidade

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16/08/2021

A Seção de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB SP) e o seu Tribunal de Ética e Disciplina (TED) divulgaram nota em que afirmam que a operação “Ateliê” da Polícia Federal (PF), que apura suposta corrupção na regional paulista da Ordem, não mirou nenhum conselheiro da atual gestão.

A investigação teve início em setembro de 2020, após o recebimento da denúncia de um advogado, informando ter sido vítima de um grupo composto por um empresário e dois advogados, sendo um deles, à época, membro do Conselho Seccional da OAB/SP.

“Desde o início das investigações a OAB-SP vem contribuindo com as autoridades competentes e iniciou apuração interna dos fatos”, diz o comunicado da entidade.

“Todos os procedimentos internos permanecem hígidos, sendo que aguardamos as conclusões das investigações policiais para que a sindicância interna, em curso, seja complementada e finalizada”, diz a nota da OAB-SP.

A Operação Ateliê visa cumpriu seis mandados de busca e apreensão em São Paulo, Santana de Parnaíba e Jundiaí.

Dois envolvidos foram cautelarmente afastados de suas funções na Ordem dos Advogados do Brasil, de acordo com a PF.

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