Não há previsão para a normalizar as exportações de carne bovina, diz MAPA

Nota do Ministério da Agricultura e Abastecimento foi divulgada nesta quarta-feira (14)

16/09/2021

Não há previsão para a normalizar as exportações de carne bovina, diz MAPA Preço da arroba do boi gordo fica estável entre sexta (8) e segunda (11) na praça paulista (Foto: Divulgação)

Nota do Ministério da Agricultura e Abastecimento (MAPA) emitida nesta quarta-feira (15) informa que não há previsão para a retomada das exportações de carne bovina brasileira para alguns países compradores, principalmente a China, após a constatação de dois casos da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como doença da vaca louca, segundo o site CarneTec.

Após enviar documentação sobre os casos, o Ministério aguarda decisões da China, Rússia e Arábia Saudita para a retomada dos embarques. As exportações para estes países foram as mais afetadas.

As exportações para a China, após a comprovação dos dois casos, um em Minas e outro no Mato Grosso, foram suspensas automaticamente após a assinatura de um protocolo fitossanitário entre o Brasil e o país asiático.

“A suspensão continua em vigor até que as autoridades chinesas concluam a avaliação das informações já repassadas pelo Brasil”, disse o MAPA em nota enviada ao site especializado, CarneTec.

Assim que os dois casos foram conhecidos o país árabe informou a suspensão de da compra da carne produzidas em cinco plantas em Minas Gerais a partir de 6 de setembro.

A nota, reproduzida pelo CarneTec, afirma que “a decisão daquele país foi comunicada ao MAPA pelo adido agrícola em Riade. Já foram encaminhadas informações técnicas sobre o caso para as autoridades sanitárias da Arábia Saudita. Estão sendo realizadas reuniões, mas não há ainda previsão sobre a retirada das suspensões”.

A Rússia também vetou a carne de algumas plantas brasileiras. O Ministério não divulgou quais foram afetadas. Ainda segundo o MAPA, o Brasil enviou documentos e informações e pediu que a Rússia não estabeleça restrições às importações da carne brasileira.

Da Redação.

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