Alabama ainda discute retirada de normas de segregação racial da Constituição do Estado

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06/09/2021

A Constituição do Alabama, no sudeste dos Estados Unidos, ainda proíbe crianças brancas e negras de frequentarem as mesmas escolas, e, embora a norma esteja em desuso na prática, legisladores estaduais debatem formas de eliminar a linguagem racista do documento, aprovado em 1901 para consagrar legalmente a segregação racial no Estado.

O Comitê para a Emenda da Constituição está finalmente tratando dos artigos remanescentes das leis que regulamentam a segregação em escolas, impostos sufragistas e outras medidas racistas declaradas inconstitucionais por tribunais federais nas décadas de 1950 e 1960, segundo a Associated Press.

Os eleitores do Alabama aprovaram um projeto de emenda constitucional em 2020 que permite aos legisladores modificarem texto para que ele seja referendado nas eleições de meio de mandato de 2022.

“Isso envia uma mensagem sobre quem somos”, disse a congressista democrata Merika Coleman, que preside o comitê e propôs o projeto que deu início ao processo.

“É importante que informemos às pessoas que somos um Estado do Alabama do século XXI, e não o mesmo Alabama de 1901, que não queria que a população negra e branca se casasse, que eles pensavam que as crianças negras e brancas não deveriam ir à mesma escola”, acrescentou.

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