Inseminação artificial para corte e leite cresce 5,3% em 2021

Prática está presente em 73,4% dos municípios brasileiros, confirma ASBIA.

24/08/2021

Inseminação artificial para corte e leite cresce 5,3% em 2021 Cresce a inseminação artificial nas pecuárias de corte e de leite (Foto: Governo do Acre)

A prática de inseminação artificial no setor pecuário bovino cresceu 5,3% no primeiro semestre deste em comparação ao mesmo período de 2020. A informação é da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA). Documento da entidade mostra que a Inseminação Artificial é realidade em 73,4% dos municípios brasileiros.  

Com base em documentos individuais, o índice ASBIA informa que a inseminação artificial para gado de corte está presente em rebanhos de 3.525 municípios e para o gado leiteiro, em 3.463 cidades.

O presidente da ASBIA, Márcio Nery, afirma que o aumento é generalizado. “O Index ASBIA reforça o entendimento do mercado sobre a importância do uso desta tecnologia no processo produtivo de fazendas de corte e leite. Os destaques desta edição ficam por conta do crescimento total do mercado em 36%, as exportações, que cresceram 99% e a grande capacidade das centrais de produção, que rapidamente reagiram ao crescimento, produzindo um total de 10,8 milhões de doses, representando um aumento impressionante de 103% sobre o mesmo primeiro semestre de 2020”.

Nos primeiros seis meses deste ano, foi coletado mais que o dobro do ano passado no mesmo período: 10.788.006 doses de sêmen. No ano passado, no mesmo período, foram 5.310.296 doses. A importação aumentou e chegou este ano em 6.006.171 doses, contra 4.846.104 em 2020. A importação no período cresceu 24%. Cerca de 16.794.177 doses de sêmen entraram no mercado brasileiro no primeiro semestre do ano. Aumento de 65,4% face ao mesmo período de 2020.

“O mercado da inseminação artificial bovina está muito aquecido. Os números revelados pelo novo Index ASBIA demonstram que cada vez mais produtores brasileiros estão investindo na genética para aumentar a produtividade e eficiência de seus rebanhos, tanto na produção de carne, quanto de leite”, observa o gerente executivo da associação, Cristiano Botelho.

 

Da Redação.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *