Ibovespa opera em baixa puxado por bancos; Vale e Petrobras recuam

Testes, férias coletivas e outras medidas compõem o Plano de Contingência da empresa para prevenção, controle e redução de riscos de contágio

30/08/2021

A bolsa brasileira iniciou a semana mostrando pouca força para esticar a euforia ao final da semana passada, após o tom suave na fala do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Jerome Powell, na última sexta-feira. A agenda carregada de indicadores econômicos no Brasil e no exterior nos próximos dias reduz o ímpeto da renda variável doméstica nesta segunda-feira, que é pressionada pelo sinal negativo vindo dos bancos, de Vale e de Petrobras.

Às 10h35, o Ibovespa tinha leve queda de 1,07%, aos 119.391 pontos, depois de ceder até os 119.385 pontos, na mínima até então. O índice à vista oscilou em alta logo após a abertura, indo aos 120.684 pontos. Entre as ações, Vale ON cedia 0,51% e Petrobras tinha queda de 0,76% na ON e de 0,60% na PN, nesta ordem, enquanto Itaú Unibanco PN declinava 1,01% e Bradesco PN recuava 1,12%.

“A nova semana começa com agenda cheia de eventos com capacidade de mexer com os mercados e a tensão podendo aumentar por causa da possibilidade de manifestações no 7 de Setembro e do Orçamento de 2022”, afirmou o economista-chefe do modalmais, Álvaro Bandeira, em comentário matinal.

Além dos eventos no front político, a agenda econômica reserva, por aqui, os números do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano, na quarta-feira. Antes, tem a Pnad de junho, com os dados sobre o mercado de trabalho no Brasil e, depois, é a vez da produção industrial nacional. Lá fora, o destaque fica com o relatório de emprego nos Estados Unidos (“payroll”). Também merecem atenção dados de atividade ao redor do mundo e ao longo da semana, a começar pela China, hoje à noite.

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