CNI defende ampliação de mercado regulado de carbono para reduzir emissões

Testes, férias coletivas e outras medidas compõem o Plano de Contingência da empresa para prevenção, controle e redução de riscos de contágio

21/09/2021

A Confederação Nacional da Industrial (CNI) defende a criação de um mercado global regulado de carbono, a exemplo de dezenas de países, como uma das estratégias para ajudar os países a reduzir as emissões e atingir a meta do Acordo de Paris de manter o aumento da temperatura do planeta abaixo de 1,5ºC.

Segundo a CNI, esse é um dos pontos no qual ainda falta consenso para a finalização do livro de regras para a implementação do acordo e é grande a expectativa de que a questão seja equacionada na próxima Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (CoP26), que ocorre de 31 de outubro a 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia.

Enquanto isso, diz a confederação, diversos países já estão criando os seus próprios sistemas de precificação de carbono, na forma de taxação de emissões ou de comercialização de cotas nesse mercado.

No caso do Brasil, a CNI acredita que o caminho mais adequado para atingimento das metas da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) seria via mercado de carbono regulado. Vale lembrar que o compromisso do país é de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 37% até 2025 e 43% até 2030, tendo como base as emissões de 2005.

Segundo o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, esse instrumento estimula o ambiente de negócios sem aumentar a carga tributária. “O mercado regulado de carbono será mais efetivo e complementará a estratégia para o cumprimento da NDC no âmbito do Acordo de Paris”, afirmou em nota.

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