PIB do México cresce 1,5% no segundo trimestre

Testes, férias coletivas e outras medidas compõem o Plano de Contingência da empresa para prevenção, controle e redução de riscos de contágio

25/08/2021

O Produto Interno Bruto (PIB) do México cresceu 1,5% no segundo trimestre, na comparação com os três primeiros meses do ano, informou nesta quarta-feira (25) o Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi).

O dado permaneceu inalterado em relação à estimativa preliminar divulgada pelo Inegi no fim de julho. Por outro lado, a expansão do PIB no primeiro trimestre foi revisada para cima em 0,3 ponto percentual, de 0,8% para 1,1%.

O setor de serviços puxou o crescimento da economia mexicana entre abril e junho, avançando 2% em relação ao primeiro trimestre, graças à flexibilização das restrições para conter a covid-19. A produção industrial avançou 0,3% e a agropecuária 0,8%, também na comparação trimestral.

Este foi o quarto trimestre consecutivo de crescimento desde a queda recorde registrada no segundo trimestre do ano passado, quando medidas para conter a covid-19 paralisaram a economia mexicana. Na comparação com o mesmo período de 2020, a expansão do PIB foi de 19,5%.

As autoridades registraram um aumento recente nos casos de covid-19, mas dizem que não será necessário impor medidas generalizadas para conter o surto, como ocorreu no ano passado.

No início de julho, o banco central do México (Banxico) revisou de 4,8% para 6% a previsão para o crescimento do PIB do país em 2021, após uma contração de 8,3% no ano anterior.

Um fator de risco é a inflação. Para tentar conter a alta dos preços, o Banxico elevou no último dia 12 a taxa referencial de juros no país para 4,5% ao ano, a segunda alta consecutiva. Analistas esperam mais ajustes da autoridade monetária até o fim do ano.

Na primeira quinzena de agosto, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi de 5,58% em 12 meses, segundo informou o Inegi na terça-feira (24). Houve uma leve desaceleração, de 0,02%, em relação ao período anterior, mas a inflação ainda está muito acima da meta de 3% do Banxico.

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