Exportação nacional de material genético avícola cresce 13,2% no primeiro quadrimestre do ano

Crescimento é em comparação com o mesmo período em 2021, diz ABPA

31/05/2022

Exportação nacional de material genético avícola cresce 13,2% no primeiro quadrimestre do ano Foram embarcadas 5,177 mil toneladas nos primeiros quatro meses do ano. (Foto: ABPA)

As exportações brasileiras de material genético avícola, incluindo ovos férteis e pintos de 01 dia, acumulam alta de 13,2% em 2022. Foram embarcadas 5,177 mil toneladas entre janeiro e abril deste ano, contra 4,575 mil toneladas nos primeiros 4 meses do ano passado, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) nesta segunda-feira (30).

Em receita, as vendas de material genético totalizaram US$54,6 milhões, resultado 19,3% superior ao registrado no primeiro quadrimestre de 2021, com US$45,8 milhões.

No comparativo mensal, as exportações foram de 1,186 mil toneladas em abril deste ano, sendo 4,9% maior que o registrado no mesmo período de 2021, quando foram exportadas 1,13 mil toneladas. A receita foi de US$13,4 milhões, ou 33,8% superior que os US$10 milhões obtidos em abril de 2021.

Avaliando por segmento, as exportações de pintos de 01 dia alcançaram 82 toneladas em abril, número 7,3% maior que as 76 toneladas efetivadas em 2021. No quadrimestre, as vendas internacionais do segmento chegaram a 317 toneladas, volume 19,2% menor que as 392 toneladas registradas no ano anterior.

No caso de ovos férteis, as exportações totalizaram 1,104 tonelada em abril, resultado 4,7% maior que as 1,054 tonelada embarcadas no quarto mês de 2021. No acumulado do ano, os embarques do segmento chegaram a 4,861 toneladas, 16,2% a mais que o número efetivado em 2021, quando foram exportadas 4,183 toneladas.

“O quadro produtivo global segue demandado por material genético avícola, frente aos impactos da crise sanitária de Influenza Aviária em diversos grandes produtores. O Brasil, que nunca registrou a enfermidade em seu território, se mantém como um importante fornecedor destes insumos de alto valor agregado para os mercados importadores”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

Da Redação, com ABPA

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.