A primeira semana de junho começou com alta para a arroba do boi gordo, da mesma forma que maio encerrou, com valorizações em diversas praças de negociação com uma sinalização importante de alta, em plena safra de bois. O movimento também mostra uma importante necessidade de recomposição de escalas de abates pela indústria frigorífica.
Junho começa com presença importante de demanda doméstica, há fatores que se envolvem e trazem a estimativa de elevação para a arroba do boi gordo. A primeira quinzena do mês marca a reação sazonal mensal, mas há fatores excedentes que já confirmam o que eu havia escrito na coluna há semanas, meses: junho vem com forte consumo interno, com festa junina e Copa do Mundo. E sim. A demanda sobe muito e a indústria vai ter que pagar mais.
Há uma tranquilidade quanto a bater a cota de exportação de carne bovina para a China. Recentemente, uma empresa de consultoria trouxe a percepção de que as exportações de carne bovina chegarem a alcançar o mês de agosto e até o mesmo de setembro. Além disso, os embarques de carne bovina para outros destinos seguem expressivos.
Para encerrar, nesta segunda-feira, 1º de junho, entrou em vigor um novo sistema para a China importar alimentos. A medida foi divulgado e é implantada pela Administração Geral das Alfândegas da China. As carnes bovina, de aves e suína, são afetadas pela medida e serão considerados o histórico de segurança alimentar; origem das matérias-primas; métodos de produção e processamento, entre outros.