Na coluna Gestão Robusta desta sexta-feira (29), Andre Luiz Casagrande fala sobre o protocolo estratégico de controle de verminose 5-8-11, que prevê vermifugações em maio, agosto e novembro, correspondendo ao início e meio da seca, além do início das águas. Essa prática garante maior eficiência no combate aos parasitas, especialmente em meses críticos como agosto, quando os animais sofrem estresse nutricional e sanitário.
Os parasitas representam um dos maiores desafios sanitários da pecuária, gerando prejuízos de até R$ 70 bilhões ao ano no Brasil. Em regiões com estação seca definida, como Sudeste, Centro-Oeste e Norte, a limitação nutricional das pastagens reduz a imunidade dos animais, tornando-os mais vulneráveis e comprometendo seu desempenho.
Segundo Elio Moro, gerente técnico da Zoetis, o controle adequado das verminoses melhora o ganho de peso, a conversão alimentar e o desenvolvimento saudável dos animais, ao mesmo tempo que reduz os prejuízos bilionários do setor. Estudos mostram que o protocolo 5-8-11 pode proporcionar ganhos de até 20 kg a mais por animal, em comparação a manejos incompletos.
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