Ministério do Exterior afirma que entrada do Brasil na OCDE trará investimentos

O pedido para que o Brasil acelere o processo veio em carta da Organização ao governo brasileiro

27/01/2022

Ministério do Exterior afirma que entrada do Brasil na OCDE trará investimentos Entrada do Brasil na OCDE coloca o país no grupo que detém 80% das exportações no Planeta (Foto: Agência Brasil)

A economia e o ambiente internacional dos negócios brasileiros devem dar um salto após a entrada definitiva do pais na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico,

Nesta quarta-feira (26) em carta enviada ao secretário-geral da OCDE, Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, Mathias Cormann, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil está pronto para entrar na entidade.

O ministro das relações exteriores, Carlos França afirmou que a entrada do Brasil na OCDE vai ajudar a trazer investimentos estrangeiros. A declaração do chanceler foi durante entrevista exclusiva à Voz do Brasil nessa quarta-feira (26).

O ministro explicou que as tratativas com a OCDE começaram há 31 anos. Agora o Brasil vai passar por 6 etapas até que seja aprovada a entrada do país na Organização. Um trâmite que pode durar até quatro anos, mas a expectativa do ministro é que o tempo seja reduzido em dois anos

Nessa terça-feira, a ODCE aprovou o início das negociações para a adesão do Brasil e de outros cinco países ao grupo internacional que reúne 38 países responsáveis por 80% do volume de comércio e investimentos de todo o mundo.

O ministro Carlos França está junto com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, em Cartagena das índias na Colômbia. Eles participam do Fórum para o Progresso e Desenvolvimento da América do Sul, o Prosul, que ocorre na cidade colombiana.

O Brasil integrou o Fórum após formalizar a sua saída da União das Nações Sul-Americanas (Unasul). Participam do Fórum Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai e Peru.

O espaço tem como objetivo abordar temas de integração em infraestrutura, energia, saúde, defesa, segurança e combate ao crime, prevenção de desastres naturais e meio ambiente.

Da Redação, com Rádio Nacional de Brasília.

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