INPC desacelera alta para 0,88% em agosto, diz IBGE

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09/09/2021

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede inflação percebida por famílias com renda entre um e cinco salários mínimos mensais, foi de 0,88% em agosto, após alta de 1,02% em julho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No resultado acumulado 12 meses, o INPC chegou aos dois dígitos e avança 10,42%. Até julho, o resultado acumulado em 12 meses estava em 9,85%. No ano até agosto, o indicador avançou 5,94%.

A alta nos preços de alimentos – com maior impacto no INPC – passou de 0,66% em julho para 1,29% em agosto. Já nos preços de produtos não alimentícios a variação foi de 1,13% em julho para 0,75% em agosto.

Todas as dez regiões pesquisadas pelo IBGE no INPC tiveram alta em agosto. Brasília teve a maior variação (1,60%), influenciada pela gasolina (7,76%) e pela energia elétrica (3,67%). Já o menor índice ficou com Fortaleza (0,43%), onde pesaram as quedas nos preços do arroz (-2,81%), das carnes (-2,09%) e dos itens de higiene pessoal (-1,39%).

O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.

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