Ibovespa opera em queda, pressionado por commodities

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16/08/2021

O Ibovespa intensificou o ritmo de queda logo após a abertura do pregão em Wall Street e perdeu a faixa dos 120 mil pontos, que vinha sendo defendida desde o início do mês, passando a testar níveis de pontuação importantes. O movimento é ditado pelo sinal negativo vindo das bolsas em Nova York e também das ações correlacionadas às commodities, após dados fracos sobre a atividade econômica na China.

Perto das 11h, o Ibovespa caía 1,41%, aos 119.492 pontos, na pontuação mínima do dia, colado ao próximo suporte que inibe uma queda maior do índice à vista, situado em 119,4 mil pontos. “O Ibovespa segue em tendência de baixa no curto prazo e tem espaço para seguir em direção aos suportes em 119,4 mil e 117,6 mil pontos – região por onde passa a média móvel de 200 dias (MM200)”, diz o Itaú BBA, em relatório.

No mesmo horário, em Nova York, os índices Dow Jones e S&P 500 recuavam 0,72% e -0,52%, nesta ordem. Entre as commodities, o barril do petróleo tipo WTI cedia mais de 3%, digerindo a situação no Afeganistão, após a retirada de tropas dos Estados Unidos. Em reação, Petrobras tinha quedas de 2,17% nas ON e 1,64%, nas PN.

Vale ON, por sua vez, perdia 2,08%, relegando a alta do minério de ferro cotado na China (Qingdao e Dalian) e sendo impactada pelos números decepcionantes sobre a indústria e o varejo chinês em julho. As siderúrgicas eram contaminadas: Usiminas PNA recuava 4,40% e CSN ON tinha queda de 3,26%.

Entre os destaques, CVC ON liderava as perdas (-6,06%) e CPFL ON liderava as altas (+2,38%), reagindo aos resultados financeiros referentes ao segundo trimestre.

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