Exortações brasileiras de carne bovina devem crescer 1% em 2022

A projeção é do Rabobank, especializado em fomento agrícola, e indica queda do consumo no mercado interno

16/11/2021

Exortações brasileiras de carne bovina devem crescer 1% em 2022 Exportações de carne bovina devem crescer 1% em 2022, estima banco especializado (Foto: PIxabay)

Relatório do Rabobank, especializado m fomento agrícola, estima que as exportações de carne bovina brasileiras aumentem 1% em 2022 em função da ausência da China nas compras. Os embarques, segundo a análise, vão cair em 2%, ainda de acordo o Rabobank.

O relatório diz que o banco espera “que a produção de carne bovina recupere 1% em volume no próximo ano, sustentada pelas expectativas de incremento nas importações da China e leve recuperação de 0,5% no consumo doméstico”.

Para o banco, não será o mercado interno que vai alavancar o setor. Para o Rabobank, ele tende a ser tão volátil quando em 2021.

As variáveis para a definição de como o mercado vai se comportar depende de outras variantes, Entre elas, a recuperação da economia brasileira e mundial, qual vai ser o comportamento da pandemia após o avanço da vacinação, as varações climáticas cada dia mais imprevisíveis, o comportamento do câmbio, os pacotes financeiros de fomento, as eleições que veem aí em 2022 e, principalmente, o comportamento da China.

O banco também estima que o preço das rações e insumos vão ficar mais caros para pecuária, mas os preços médios praticados deverão ser menores do que em 2021, acentuadamente no segundo semestre.

A expectativa para as exportações é boa. A China deve retomar as importações da carne bovina brasileira e um outro mercado tão grande quanto o chinês pode se abrir por causa das vantagens cambiai: o norte-americano. Com o Real tão desvalorizado, há a oportunidade de exportar mais para aquele país.

Segundo o CarneTec “os EUA vêm aumentando as importações de carne bovina brasileira, com alta de 86% no volume de importações de janeiro a outubro deste ano, na comparação anual”, informa.

O consumo no mercado interno, no entanto, deve cai ainda mais. O banco estima que a queda pode chegar a 5%, “apesar da ligeira melhora na demanda após a reabertura econômica e o avanço da vacinação”.

Da Redação – com informações do CarneTec Brasil

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