Entidade norte-americana engrossa a luta contra a Peste Suína Africana (PSA)

A doença chegou a Caribe e os países produtores de suíno no continente promovem ações para evitar que ela se espalhe

14/01/2022

Entidade norte-americana engrossa a luta contra a Peste Suína Africana (PSA) Entidade que representa produtores de suínos engrossa grupo que tenta evitar a doença nas Américas (Foto: Agência Brasil)

Mais uma grande entidade que representa a suinocultura entra no grupo de prevenção à peste suína africana nas Américas, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O grupo, que se chama Prevenção PPA Latam (numa referência à América Latina) passa a ser o Prevenção PPA América, ao receber a adesão do National Pork Produceres Council (NPPC) dos Estados Unidos. A informação é do site especializado em proteína animal, CarneTec.

Até a chegada do NPPC em dezembro passado, eram a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e outras 20 entidades representantes de produtores de carne suína de 18 países.

Atualmente, a peste suína africana dizima rebanhos inteiros em países asiáticos. Há cinco ano a China, maior produtora mundial dessa proteína, teve que eliminar quase 100% de seu rebanho.

A doença, felizmente, não prejudica o ser humano, não pode se espalhar pelo continente. Hoje alcançou dois países do Caribe: O Haiti e a República Dominicana, que compartilham uma única ilha cama Hispaniola. A busca é para que ela fique confinada e sequer se espalhe pelos outros mais de 30 países caribenhos.

Para isso, antes da chegada dos Estados Unidos, o Grupo já atuava para ajudar o Haiti e a República Dominicana na eliminação da praga, na tentativa de fazer um dique e evitar que ela se espalhe. Agora, ele recebe o reforço da entidade norte-americana.

Segundo o diretor da área técnica da ABPA e um dos idealizadores do Grupo, Sulivan Alves, disse que “as recentes ocorrências da enfermidade em países da Europa, Ásia, África e da ilha de Hispaniola evidenciam a importância do trabalho de prevenção que já está em curso nos diversos países das Américas. A manutenção do status sanitário do continente é prioritária, e todas as organizações estão empenhadas neste propósito”.

Segundo o CarneTec, “agora o grupo passou a contar com os seguintes países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela”.

Da Redação.

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