China reduz importação e embarques de carne suína caem 11,9% em fevereiro

A informação é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)

14/03/2022

China reduz importação e embarques de carne suína caem 11,9% em fevereiro Cai exportações brasileiras de carne suína em março (Foto: Divulgação)

Cai 11,9% em fevereiro as exortações de carne suína, tanto in natura quanto a processada, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), segundo o site especializado em proteína animal, Carnetec.

Em fevereiro deste ano vendemos menos 71,5 l toneladas. A China é a responsável pela redução, após redução de compras e embarques. O faturamento, na mesma comparação, foi de US$ 147,4 milhões. Uma redução na entrada de 20,6%.

O diretor de Mercados da ABPA, Luís Rua, em nota divulgada pela associação, disse que “houve uma notável e esperada desaceleração nos números consolidados deste mês para o mercado chinês, uma vez que as compras para o Ano Novo chinês já haviam sido realizadas em meses anteriores. Entretanto, já há indicativos de retomada das exportações que devem refletir sobre o resultado dos próximos meses”.

De outro lado, no primeiro bimestre do ano, as vendas aumentaram 1,3%, com um total de 146,1 mil toneladas. A receita, de US$ 308,2 milhões, sofreu uma queda de 7,2%. A redução das compras chinesas oi de 28,5% nos dois primeiros meses do ano. Um total de 53 mil toneladas.

Os principais importadores, além da China, foram as Filipinas, que compraram 9,6 mil toneladas. Mais 471,6% do que no ano passado. A Argentina, que consumiu 8,1 mil toneladas no mesmo período. Um aumento de 76,6% e, na sequência, Cingapura. O pequeno país asiático foi responsável por embarques que totalizaram 7,3 mil toneladas. Mais 27,1% na comparação anual. .

Ricardo Santin, presidente da ABPA, diz que “em um período historicamente mais contido para as exportações de carne suína, os embarques foram em linha com o esperado. Nos próximos meses, a estimativa é que os patamares de embarque aumentem, até mesmo para aliviar os altos e históricos custos de produção enfrentados pelo setor”.

Da Redação

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