Brasil começa a abrir o mercado dominicano para a avicultura e suinocultura brasileiras

Encontros entre autoridades dos dois países e a ABPA estão acontecendo na capital, Santo Domingo.

24/03/2022

Brasil começa a abrir o mercado dominicano para a avicultura e suinocultura brasileiras Santa Catarina é responsável por 1/4 das exportações de frango e aumentaram 51,7% nos embarques de suínos (Foto: Divulgação)

A embaixada brasileira e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), na República Dominicana, realizaram encontros e reuniões para abrir o mercado do país à carne suína brasileira. Outro ponto que o Brasil tenta ampliar é a habilitação para a venda de aves e material genético da avicultura nacional naquele país. A ABPA deu a informação nesta quarta-feira (23), segundo informa o site CarneTec.

Os acordos estão sendo feitos pelos ministérios das Relações Exteriores e Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pela Agência Brasileira de Promoção e Exportações e Investimentos (ApexBrasil) junto à Câmara de Comércio Domínico Brasileira. As reuniões têm como propósito mostrar a confiabilidade e a diferenciação do país como fornecedor confiável de proteína animal.

Um dos objetivos apontados por Luis Rua, diretor de mercado da ABPA, além de reforçar laços com importadores, stakeholders e lideranças locais é ampliar o mercado de carne suína ao país caribenho. Ele enfrenta sérias dificuldades no abastecimento de suínos porque é o primeiro país das Américas a sofrer com a chegada da Peste Suína Africana, que dizima os rebanhos. Eles também enfrentam problemas com seus fornecedores tradicionais. .

Rua afirma que “a República Dominicana vem se consolidando nestes últimos anos como um importante parceiro comercial do Brasil no comércio de carne de aves. Estamos disponíveis para auxiliar o país em outras proteínas também. A ação realizada foi um sucesso e esperamos que possa se reverter em bons negócios para ambas as partes”.

Um dos pontos importantes foi a apresentação pelas autoridades brasileiras responsáveis pelas negociações a demonstração de que o país tem status sanitário e a capacidade de fornecimento do país. Somos o quarto maior produtor e exportador de carne suína do mundo.

Foram abordados temas como a segurança alimentar naquele país, que pode ser assegurado pela proteína animal brasileira, complementando a produção local.

Da Redação

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