AES Brasil leva sustentabilidade para o mercado livre

Testes, férias coletivas e outras medidas compõem o Plano de Contingência da empresa para prevenção, controle e redução de riscos de contágio

28/07/2021

O futuro da energia tem uma relevância tão grande nas discussões estratégicas de governos, representantes das corporações e sociedade que foi elencado entre os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) — agenda mundial aprovada em 2015 durante a Cúpula das Nações Unidas que trata de ações em frentes como mudanças no clima, erradicação da pobreza e igualdade de gênero.

Para as empresas, o desafio de contribuir com a redução dos impactos socioambientais negativos das suas operações sem abrir mão da saúde financeira tem avançado à medida que aumenta a disseminação do conceito ESG, que trata do tripé meio ambiente, social e governança.

Nesse contexto, a AES Brasil começou a sedimentar sua estratégia em 2017 e tem avançado na oferta de soluções energéticas obtidas de fontes renováveis e no compromisso com a sustentabilidade.

A companhia é uma geradora de energia 100% renovável, conta hoje com a classificação nível “A” no MSCI (um dos principais índices de avaliação da resiliência de uma empresa a riscos ESG), é signatária do Pacto Global desde 2006 e faz parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (ISE) desde 2007. Além disso, há quatro anos audita de forma independente suas emissões de CO2, tem, dos 11 membros de seu Conselho de Administração, quatro membros independentes e três mulheres.

A atuação da AES Brasil no mercado livre de energia, baseada em uma matriz não fóssil, permite às empresas contratantes levar para dentro de seus negócios uma ação concreta de redução das emissões de CO2. “Além do benefício socioambiental”, explica José Simão, diretor de Planejamento Estratégico e ESG da AES Brasil. “Os preços praticados pelas renováveis já são muito competitivos graças ao desenvolvimento tecnológico e do ganho de escala dos aerogeradores e placas solares, e à consequente queda de preços de equipamentos.”

A partir de 2017, além dos ativos em energia hidrelétrica, a AES Brasil passou a investir no aumento da produção por meio de fontes eólica e solar. Do total de 4,2 GW de capacidade instalada em operação e em desenvolvimento, mais de um terço já vem de fontes não hídricas. Além dos ativos já operacionais, a companhia tem um estoque de cerca de 1,1GW de projetos eólicos. “A AES Brasil nasceu renovável, cresce renovável e tem um pipeline renovável”, completa Simão.

A AES Brasil dá relevância à sua política de sustentabilidade. De 2016 a 2020, a companhia reduziu em cerca de 50% suas emissões e neutralizou as toneladas de carbono emitidas em 2020. A meta agora é de chegar à positivação até 2030.

Hoje, a AES Brasil trabalha a partir de três pilares estratégicos para garantir o objetivo de ser protagonista tanto nas ações de sustentabilidade quanto na busca pela liderança no mercado livre de energia por meio da negociação de contratos de longo prazo para grandes clientes que querem aderir a uma matriz limpa. São eles, Resiliência: crescimento com base na otimização da margem comercial do portfólio integrado de fontes de geração renováveis da companhia; Competitividade: por meio da eficiência no desenvolvimento, construção e operação de projetos, a AES Brasil busca garantir a competitividade; e Responsabilidade: um modelo de negócio voltado à sociedade, ao meio ambiente e com a governança corporativa da empresa.

Com vistas a promover a diversidade e inclusão de mulheres na operação de parques eólicos que, historicamente é uma atividade predominantemente masculina, a AES Brasil estabeleceu parceria com o Senai para investir na capacitação de mulheres da região. O curso que visa a incentivar a formação de especialistas em operação e manutenção de parques eólicos, recebeu 300 inscrições para 30 vagas, sendo que uma parte dessas profissionais serão absorvidas pela companhia.

A empresa vai investir ainda em outras melhorias junto à essa comunidade. Com o sucesso da iniciativa realizada no Complexo Eólico Tucano, a AES Brasil estuda replicar a ação em outros projetos.

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