“A imunocastração é uma alternativa à castração cirúrgica dos suínos. Ela é realizada por meio da aplicação de uma vacina que atua temporariamente no organismo do animal, ajudando a reduzir a produção de hormônios ligados ao comportamento sexual dos machos e ao chamado “odor de macho inteiro” na carne suína”, detalha o gerente técnico de suínos da Zoetis Brasil, Dalvan Veit.
“A suinocultura brasileira tem passado por uma transformação significativa nos últimos anos, impulsionada pela adoção de práticas que elevam os padrões de produtividade e sustentabilidade nas granjas. Nesse contexto, a adoção desse tipo de manejo tem se consolidado como uma alternativa eficiente para produtores que buscam aliar desempenho produtivo, previsibilidade de resultados e cuidado com o bem-estar dos animais”, avalia Veit.
Outro ponto importante destacado pelo especialista, é o suporte técnico especializado para orientar o produtor sobre manejo, monitoramento dos resultados zootécnicos e adaptação da tecnologia à realidade de cada granja. “O avanço da informação técnica e os resultados observados em campo têm ampliado a confiança na adoção da imunocastração em machos e acelerando a adoção em fêmeas, tendo em vista melhor qualidade de carne, um requisito importante ao mercado asiático”, observa.