Atraso na compra de fertilizantes preocupa setor para safra de soja 2026/27
Sindiadubos-PR aponta risco de gargalos nos portos e aumento dos custos de produção
Foto: reprodução
O atraso na compra de fertilizantes pelos produtores rurais acendeu um alerta para a próxima safra de soja 2026/27. Segundo o Sindicato da Indústria de Adubos e Corretivos Agrícolas do Paraná (Sindiadubos-PR), apenas 50% dos fertilizantes necessários para a próxima temporada foram negociados até agora, abaixo da média histórica superior a 60%.
A entidade estima que as entregas de fertilizantes no Brasil devem cair entre 10% e 15% em 2026, após o recorde de 49 milhões de toneladas registrado em 2025. Entre os fatores apontados estão conflitos geopolíticos, aumento dos custos, crédito mais restrito e recuperação judicial de produtores rurais.
O sindicato também alerta para o risco de gargalos logísticos nos portos caso haja concentração das compras entre junho e agosto. Segundo a entidade, o tempo de espera para descarregamento de navios pode chegar a 60 dias. No mesmo período do ano passado, a fila variava entre 10 e 15 dias.
Outro ponto de preocupação é o custo de produção da soja. Segundo o Sindiadubos-PR, o custo atualmente varia entre 50 e 55 sacas por hectare, enquanto a produtividade média está em torno de 60 sacas por hectare, reduzindo a margem operacional do produtor.
A entidade estima que as entregas de fertilizantes no Brasil devem cair entre 10% e 15% em 2026, após o recorde de 49 milhões de toneladas registrado em 2025. Entre os fatores apontados estão conflitos geopolíticos, aumento dos custos, crédito mais restrito e recuperação judicial de produtores rurais.
O sindicato também alerta para o risco de gargalos logísticos nos portos caso haja concentração das compras entre junho e agosto. Segundo a entidade, o tempo de espera para descarregamento de navios pode chegar a 60 dias. No mesmo período do ano passado, a fila variava entre 10 e 15 dias.
Outro ponto de preocupação é o custo de produção da soja. Segundo o Sindiadubos-PR, o custo atualmente varia entre 50 e 55 sacas por hectare, enquanto a produtividade média está em torno de 60 sacas por hectare, reduzindo a margem operacional do produtor.