Coluna: Como otimizar o manejo reprodutivo equino

Reprodução assistida acelera ganhos produtivos e fortalece a sustentabilidade na equinocultura

Por -Da Redação
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Foto: Reprodução

Na coluna Gestão Robusta desta semana, André Luiz Casagrande fala sobre o avanço das biotecnologias de reprodução assistida na equinocultura, que têm ampliado a eficiência reprodutiva e acelerado o melhoramento genético dos cavalos. Técnicas como inseminação artificial, fertilização in vitro, ICSI e transferência de embriões permitem maior disseminação de características desejáveis, otimização do uso de garanhões e redução de riscos sanitários.

De acordo com o médico-veterinário especializado em reprodução equina da Ceva, Ney Faria, essas ferramentas transformaram o manejo reprodutivo ao possibilitar maior controle do ciclo estral das éguas, previsibilidade da ovulação e melhores taxas de concepção. O uso correto de hormonioterapia e a compreensão da fisiologia reprodutiva são fatores-chave para o sucesso, especialmente em protocolos de inseminação artificial e transferência de embriões.

Entre as biotecnologias, a transferência de embriões se consolidou como uma das mais estratégicas, permitindo que éguas de alto valor genético ou esportivo sigam em treinamento e competição enquanto produzem múltiplos descendentes. O aprimoramento dos protocolos hormonais e a maior experiência técnica tornaram a prática essencial para ampliar produtividade, competitividade e sustentabilidade na criação de equinos.

Leia mais na coluna Gestão Robusta. Boa leitura!