A comercialização da safrinha de milho 2025 atingiu 71% da produção esperada no Centro-Sul do Brasil, que deve chegar a 101,9 milhões de toneladas. No mesmo período do ano passado, as vendas estavam mais adiantadas, chegando a 77%.
Por estado, a comercialização varia entre 61% e 76%. O Mato Grosso lidera com 76,4%. No Paraná, as vendas chegam a 72,2%, e em São Paulo, a 75,6%. No Matopiba, o ritmo está mais acelerado. A região já comercializou 83% da produção prevista. No ano passado, o índice era de 81%.
A Bahia comercializou 73,5%, enquanto o Maranhão já negociou mais de 94%. O Piauí chega a quase 80%, e o Tocantins registra 76%.
O mercado de milho deve ter uma semana lenta no Brasil. A queda do dólar e a cautela dos produtores na hora de ofertar o produto seguram os negócios, mesmo com o avanço das cotações em Chicago.
Na última sexta-feira (5), os preços permaneceram firmes, mas com pouco movimento. No Porto de Santos, as cotações variaram entre R$ 70 e R$ 73 por saca. Em Paranaguá, ficaram entre R$ 69,50 e R$ 72. No interior, os preços também tiveram pouca variação. Em Cascavel, no Paraná, a saca ficou entre R$ 63 e R$ 64. Em Minas Gerais, o valor girou em torno de R$ 64 a R$ 65, e em Goiás, entre R$ 60 e R$ 62.
Em Chicago, os contratos de março subiram levemente para US$ 4,45 por bushel, mas seguem pressionados pela expectativa de estoques maiores nos Estados Unidos.