O comércio, indústrias e centrais sindicais têm apontado a manutenção da Selic em 15% como prejudicial. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) calcula que juros altos desviam recursos que poderiam ser investidos em saúde, educação e infraestrutura.
A Associação Paulista de Supermercados (APAS) reforça que o Brasil mantém uma das maiores taxas de juros reais do mundo, prejudicando consumo e investimentos.
Apesar das críticas, a Associação Comercial de São Paulo defende a cautela monetária, citando inflação acima da meta e incertezas externas como justificativa para a manutenção da Selic elevada.
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